07-07-2026
“A gestão de desastres naturais exige uma mudança de paradigma: passar de intervenções fragmentadas para um sistema integrado de prevenção, monitoramento e resposta a emergências.”
A declaração foi feita por Franco Masenello, CEO da Almaviva Bluebit, em entrevista à ANSA durante a Mesa Redonda “Instabilidade hidrogeológica: do caso Niscemi a uma estratégia nacional de prevenção de riscos”, promovida pelo Grupo Almaviva como parte do Dia Nacional da “Transição Energética, Recursos Hídricos e Economia Circular”, organizado pela TASK FORCE ITALIA no CEOforLIFE ClubHouse Montecitorio, em Roma.
“O objetivo é construir uma infraestrutura interoperável que colete continuamente informações do território, disponibilizando-as a todos os níveis da administração pública, da central às regiões e municípios.”
Um sistema que vai além do monitoramento preventivo, mas também apoia a gestão de emergências por meio de modelos preditivos e ferramentas capazes de planejar prontamente intervenções, acolher pessoas, providenciar indenizações financeiras e garantir a continuidade das atividades produtivas.
Segundo Masenello, “a digitalização representa uma oportunidade concreta para reduzir o impacto econômico dos desastres naturais, que causam bilhões de euros em danos diretos e indiretos todos os anos.
Para atingir esse objetivo, é necessário fortalecer a colaboração entre instituições, grandes empresas de tecnologia e o sistema industrial, construindo uma infraestrutura nacional capaz de transformar dados em uma ferramenta de prevenção e resiliência. Um apelo à responsabilidade.”